História da Arte é parte do currículo do curso de Comunicação Social.
Partindo do pressuposto que Arte é um meio de comunicação, o seu estudo se torna fundamental para aqueles que pretendem se aventurar como jornalistas, publicitários, relações públicas, etc.
Se é tão importante, se faz parte desse cotidiano, porque essa matéria encontra tanta resistência em sala de aula?
Grande parte dos alunos chega ao ponto de ignorá-la, cumprindo apenas a carga horária exigida, não se aprofundando nos temas.
Isso explica a falta de preparo de muitos profissionais e da sua incapacidade de resistir ao mercado, que clama por originalidade e novas propostas em Comunicação.
Estudar Arte, é se encontrar com o registro concreto da História da Humanidade.
É explorar “in loco” tudo aquilo que as outras matérias nos ensinam teoricamente.
Se para o médico se faz necessário o acompanhamento de cadáveres, o Comunicador precisa aprender a conviver e a entender obras de arte. O seu interesse deve ser constante.
A formação de novos profissionais dependerá em grande parte - do seu apuro artístico.
E o “despreparo” é notado antes mesmo da formatura – na faculdade!
Grande parte dos graduandos tem dificuldades com o raciocínio sensível e não consegue expor suas idéias de maneira satisfatória. O senso crítico então – vocábulo inexistente!
E pensando em toda essa situação, dá pra viajar um pouquinho!
Nos E.U.A. os homossexuais são chamados QUEER – que literalmente significa diferente.
A partir do conceito literal da palavra e da associação aos gays, no final da década de 80, surge uma nova corrente de pensamento, a qual formulou a teoria QUEER.
Entre outros, o objetivo dessa teoria é, a inclusão do homossexual na sociedade.
Historicamente, os homossexuais situam-se à margem, em padrões excludentes.
Não constituem necessariamente um estrato social, nem mesmo uma raça – mas existe dentro da Sociedade uma área delimitada em que o homossexual pode circular, um meio claro de segregação.
Nos anos 90, quando o mundo reconhece a homossexualidade não como uma doença, mas como um comportamento sadio e não voluntário, percebe-se uma condição menos vulnerável a fatores externos (amigos, capeta.. etc) e mais ligada a individualidade de cada ser.
A partir dessa nova concepção para a sexualidade, o modelo binário (homem x mulher) cai por terra. É preciso tolerar o diferente, ou QUEER.
E o grande barato disso, é que a QUEER THEORY é suas propostas estendem-se para todas as minorias.
Em qualquer área do conhecimento humano trabalhamos com padrões sociais, como se todos fossem iguais em idéias e sentimentos. É assim na Psicologia, na Pedagogia, entre tantas outras... E esses padrões pré-estabelecidos que marginalizam aqueles que não se enquadram.
Moldar um currículo acadêmico dentro dos moldes da QUEER THEORY significa estabelecer valores de liberdade de pensamento e expressão. Significa possibilitar o acesso de informação a todos. Significa permitir o entendimento de várias realidades, não só a mais popular, a da maioria ou a mais comercial.
É preciso valorizar o individuo perante o padrão coletivo.
Pensar QUEER é pensar diferente!
Estudar História da Arte também! Pode te ajudar a não ser mais um mane por aí...
Partindo do pressuposto que Arte é um meio de comunicação, o seu estudo se torna fundamental para aqueles que pretendem se aventurar como jornalistas, publicitários, relações públicas, etc.
Se é tão importante, se faz parte desse cotidiano, porque essa matéria encontra tanta resistência em sala de aula?
Grande parte dos alunos chega ao ponto de ignorá-la, cumprindo apenas a carga horária exigida, não se aprofundando nos temas.
Isso explica a falta de preparo de muitos profissionais e da sua incapacidade de resistir ao mercado, que clama por originalidade e novas propostas em Comunicação.
Estudar Arte, é se encontrar com o registro concreto da História da Humanidade.
É explorar “in loco” tudo aquilo que as outras matérias nos ensinam teoricamente.
Se para o médico se faz necessário o acompanhamento de cadáveres, o Comunicador precisa aprender a conviver e a entender obras de arte. O seu interesse deve ser constante.
A formação de novos profissionais dependerá em grande parte - do seu apuro artístico.
E o “despreparo” é notado antes mesmo da formatura – na faculdade!
Grande parte dos graduandos tem dificuldades com o raciocínio sensível e não consegue expor suas idéias de maneira satisfatória. O senso crítico então – vocábulo inexistente!
E pensando em toda essa situação, dá pra viajar um pouquinho!
Nos E.U.A. os homossexuais são chamados QUEER – que literalmente significa diferente.
A partir do conceito literal da palavra e da associação aos gays, no final da década de 80, surge uma nova corrente de pensamento, a qual formulou a teoria QUEER.
Entre outros, o objetivo dessa teoria é, a inclusão do homossexual na sociedade.
Historicamente, os homossexuais situam-se à margem, em padrões excludentes.
Não constituem necessariamente um estrato social, nem mesmo uma raça – mas existe dentro da Sociedade uma área delimitada em que o homossexual pode circular, um meio claro de segregação.
Nos anos 90, quando o mundo reconhece a homossexualidade não como uma doença, mas como um comportamento sadio e não voluntário, percebe-se uma condição menos vulnerável a fatores externos (amigos, capeta.. etc) e mais ligada a individualidade de cada ser.
A partir dessa nova concepção para a sexualidade, o modelo binário (homem x mulher) cai por terra. É preciso tolerar o diferente, ou QUEER.
E o grande barato disso, é que a QUEER THEORY é suas propostas estendem-se para todas as minorias.
Em qualquer área do conhecimento humano trabalhamos com padrões sociais, como se todos fossem iguais em idéias e sentimentos. É assim na Psicologia, na Pedagogia, entre tantas outras... E esses padrões pré-estabelecidos que marginalizam aqueles que não se enquadram.
Moldar um currículo acadêmico dentro dos moldes da QUEER THEORY significa estabelecer valores de liberdade de pensamento e expressão. Significa possibilitar o acesso de informação a todos. Significa permitir o entendimento de várias realidades, não só a mais popular, a da maioria ou a mais comercial.
É preciso valorizar o individuo perante o padrão coletivo.
Pensar QUEER é pensar diferente!
Estudar História da Arte também! Pode te ajudar a não ser mais um mane por aí...
3 comentários:
Bom... o Rogêeeee disse tudo!
Eita.. pessoa inteligente! :)
Em relação as aulas de Arte sinto q há muita falta de respeito e falta de conscientização dos alunos q estudar arte É SIM mto importante pra nós.. graduandos em comunicação!!!
Rogêêêêê.. arrasouuu!! BeejOOO
Nayarinhaa
Sua proposição foi muito conveniente.Digo isso pelas duas abordagens que focou:a primeira à respeito da devida valorização da História da Arte,como conteúdo primordial e necessário no meio acadêmico,e depois quanto ao papel que o homossexual tem que exercer na sociedade.Todo o nosso conhecimento tem que partir de fundamentos e a Arte é o veículo que nos transmite tais.A maioria dos homos,infelizmente,acham que não podem usufruir desses saberes.É totalmente o contrário.Eles tem que munir de argumentos para se afirmarem,como, ser humanos iguais a nós que são.Fico muito contente de conhecer um...engajado e com um alto teor de bagagem cultural que é você!Parabéns!Você não está sozinho nessa!Beijos!
Querido
vai no meu Blog e ve um comentario sobre o despertar ,aquele que publiquei ...
http://omikedisse.blogspot.com/
eh o cara que cometo sobre a peça...
ADORO!!!
hahaha
Bjus
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